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From: afonso rocha
(Oct 24, 2005 11:38 EDT)
também tenho estas fotos; estão o Lemos, o Tomás, O molar e o outro colega de que já não recordo o nome
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From: Serafim Vale
(Oct 31, 2005 05:39 EST)
...se estás a referir-te ao que está sem "bata"...sou eu...irmão do Tomás
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From: TAVARES
(Nov 11, 2005 17:51 EST)
Já agora.Serafim Vale onde está o Tomás Vale? Encontrei-o em Lisboa há muitos anos e nunca mais soube nada dele. Grato por qualquer informação. Tavares
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From: SERAFIM VALE
(Nov 13, 2005 12:55 EST)
Tavares,
...Infelizmente o Tomás já nos deixou...faleceu há 12 anos atrás...exercia a sua profissão de médico no Hosp. Curry Cabral em Lisboa.
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From: TAVARES
(Nov 14, 2005 17:32 EST)
Serafim. Lamento a notícia que me deste mas o Tomás continua a viver na minha lembrança e certamente na de muitos outros amigos. Um abraço. Tavares
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From: ocmolar@hotmail.com
(Oct 11, 2006 05:04 EDT)
Também tenho estas fotos...Por onde andará o Lemos? O Rocha, penso, continua em Portalegre, eu vou andando por cá.
Molar
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From: nataliavale@netcabo.pt
(Feb 02, 2008 09:28 EST)
O Lemos está em Beja.
Para além de médico (agora só nas horas vagas) sou agricultor e autarca! Profissões muito semelhantes!
Estas são as palavras dele.
Eu sou a irmã do Tomás e do Serafim Vale.
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From: alvespereira_junior@hotmail.com
(Nov 07, 2008 15:46 EST)
Grande Tomás!Fomos colegas no Lar de Estudantes de Luanda, ele como aluno Univ. e eu ainda no liceu. Estive com ele no H. C. Cabral e soube há pouco que nos deixou.Também conheci o irmão, a quem saúdo.
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From: norben2003@yahoo.com.br
(Oct 03, 2011 10:14 EDT)
Sou jovem que nasceu no ano em que Angola ascendeu a independência de Portugal. 26/02/1975. Ora como jovem interessado em história e pela história do nosso país, travo muitos dedos de prosa com pessoas adultas tanto na vertente colonizador, quanto colonizado e depois como angolanos, e sinceramente fico muito desiludido pelos erros cometidos pois perdeu-se muito tempo, perderam-se vidas e oportunidades de fazer de Angola um país próspero onde cabem todos independemente da cor da pele, da raça, do credo e ou da etnia. Porque acho que Angolano é o individuo natural e ou que ame o país e contribua para o melhor de Angola. E sinceramente apesar do erros da colonização e da aspiração dos autóctenes pela independência, se houvesse uma política de integralção e harmonização, evitar-se-ia o êxodo de quadros angolanos apesar de brancos, mestiços e alguns negros que também evadiram-se por não se reverem no sistema. Mas recuperar o tempo perdido é o que temos que fazer. Apelo aos angolanos independemente da tez da pele, do credo religioso e credo político, a arregaçar as mangas no sentido empreender os esforços para a melhoria do país.
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