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From: amorimalijo@hotmail.com
(Nov 05, 2006 14:26 EST)
Até doi a alma de ver tão ilustre edificio abandonado, quando em tempos foi imponente, cheio de movimento. Fui também aqui levar as cartas para o Continente, quando era criança....
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From: armandolopes63@msn.com
(Oct 27, 2007 10:10 EDT)
Olhei a ultima foto e minha surpresa estava lá CTT caramba tanto trabalho que eu tive quando 1969 por ai passei bom dias da minha vida participando na eletrificação da cidade , lembrança com soudade dos jogos de ftsal entre solteiros e e casados vou rpocurar umas fotos e qualquer dia postar aqui , soudades dos camarões do rio e do brinca na areia soudades de bons tempos que ficaram na soudade um abraço a todos que compartilham esta soudade Narciso Lopes
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From: mino_figueiredo@yahoo.frca
(Feb 04, 2009 10:48 EST)
caros amigos fiquei muito contente de ver as fotos de Ambriz e Ambrizete
pois eu como soldado e mecanico de coluna fazia-mos a seguranca ao MVL que era uma coluna de camioes civis que transportavam todos os generos alimenticios e nao so,e assim passei quatro fins de semana nessas duas lindas praias e e pena que nao tenho nenhuma foto isto aconteceu no mes de dezembro 1970 ja la vao uns anitos.
Sem mais bom ano de 2009 para todos que leiam esta mensagem.
Herminio Figueiredo da cidade de Paris
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From: paula_cascarejo@portugalmail.pt
(Feb 16, 2009 18:20 EST)
Sou a Paulinha Miranda,filha do Miranda e da DªNazaré.Passei a minha infância nesta maravilhosa vila junto dos meus pais e da minha prima Julinha.Morei próximo deste belíssimo edifício dos correios e ao rever estas fotos consigo recuar 42 anos e sentir os cheiros.Obrigado por me permitirem voltar a ser criança.
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From: David da Conceiçao Martins
(Feb 22, 2009 17:26 EST)
Sou Fuzileiro Naval do Brasil e estive no N Zeto em 1996 pela UNAVEM III e o que me levou a este lindo/triste lugar de gente tao simpática foi a desmina- gem de Angola.Deus os abençoe.
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From: fonseca
(May 16, 2009 17:01 EDT)
Vamos lá a reconstruir que esta terra é do melhor que há.Renho daqui recordações que ninguém imagina. Coisas que não se repetem porque para tudo há uma época.Foi lindo, bom, fabuloso,doce, arrepiante.Bom, é melhor ficar por aqui. Até breve Nzeto.
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From: farense@uol.com.br
(Jun 27, 2009 10:40 EDT)
Este edificio está nessa situação porque foi destruido, porquem?
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From: Sousa
(Sep 06, 2009 11:33 EDT)
O Nzeto é apenas uma sombra do que foi Ambrizete! Era uma terra bafulosa e próspera mas teimaram em destruir quase tudo! Voltar a esta terra para matar saudades, seria uma grande desilusão e já não tem nada para ver!
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From: Elisa Carvalho
(Dec 16, 2009 04:21 EST)
Nao concordo que não há nada para ver.Há muitas coisas em reconstruçao e eu tenho fotografias que comprovam isso. Logicamente nada será igual ao que foi.Mas o dialecto, os cheiros e sabores,a cumplicidade entre conterraneos, a magia... nao se perdeu nada.(Testemunho de quem lá vai frequentemente,os meus primos e o Miguel Pireza).Que saudades!
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From: Raimundo Constâncio (edurdu@ymail.com)
(Dec 25, 2009 13:12 EST)
Fui militar no ano 1961 e 1963 no qual é com tristeza que observo que Ambrizete se mantém na mesma passados tantos anos.
Raimundo Constâncio.
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From: Célia Cunha
(Dec 25, 2009 18:57 EST)
De 61 a 63 foi muito duro ser militar em Angola!!!, muitos foram os que não voltaram... e quase todos os que voltaram debatem-se até hoje com problemas criados pelo stress da guerra!
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From: Raimundo Constâncio (edurdu@ymail.com)
(Feb 11, 2010 17:30 EST)
Esta é uma resposta a @Célia Cunha:
Sim, é verdade. Foram tempos difíceis, mas apesar de tudo, também com algumas alevias.
Vejo que a igreja foi recuperada e é daí que guardo muitas memórias. Recordo-me de sepultar aí os mortos.
Também conheci uma família em Caldas de Santarém, que trabalhavam numa oficina.
Raimundo Constâncio.
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From: Raimundo Constâncio (edurdu@ymail.com)
(Feb 20, 2010 13:17 EST)
Esta é a correcção ao comentário anterior:
"É verdade. Foram tempos difíceis, mas apesar de tudo, também com algumas alegrias. Vejo que a igreja foi recuperada. Guardo muitas memórias, como de levar para lá mortos para serem sepultados no dia seguinte.
Não sei se a senhora Célia Cunha é ou era de Ambrizete e se conhecia alguém de lá (como uma senhora chamada Caldas que era de Santarém e tinha uma oficina em Ambrizete)
Raimundo Constâncio
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