Cidade de Cabinda - pós 75
    [photo properties]  
[print this photo on Shutterfly]
 
 Gallery: Galeria   Album: CENTROS URBANOS  Album: Cabinda  Album: Cidade de Cabinda - pós 75   
First Photo Previous Photo 8 (of 14) Next Photo Last Photo



Cedida por Carlos Dias Pereira


From:   cacongo@hotmail.com   (Jul 13, 2007 15:45 EDT)
From: cacongo@hotmail.com (Nov 20, 2004 20:39 EST) Aqui era o RADIO CLUB DE CABINDA,planificado e contruido sob a direcçao do meu pai


From:   Luciano   (Jul 13, 2007 15:46 EDT)
From: Luciano (Jul 04, 2005 16:58 EDT) "A Voz Portuguesa mais ao norte do Norte de Angola!" Daqui se faziam ouvir as vozes inconfundiveis do Almeida e Silva e do Joaquim Escada. Bons Amigos!


From:   c.carlos@andorra.ad   (Jul 13, 2007 15:46 EDT)
From: c.carlos@andorra.ad (Jul 25, 2005 17:18 EDT) Tambem as vozes de Joaquim Brenguel, do Freitas e muitos otros que ja nao me recordo dos nomes, pois eu nasci no Radio Clube De Cabinda


From:   sofiavilanova@hotmail.com   (Jul 13, 2007 15:47 EDT)
From: sofiavilanova@hotmail.com (Jan 31, 2006 10:33 EST) A minha mãe (Ana Maria Vila Nova, casada com o Ex-Alferes Ramalho, Raul) em 1970 ou 1971 fez o turno das 18 h às 23 na RRC, durante um mes salvo o erro, juntamente com um senhor que nao me lembro do nome, mas que tb trabalhava como cárcere de cabinda. Uma vez morreu um Padre missionário. Era muito velhinho e todos gostavam muito dele. Fez sinal para que tocasse uma música triste. Em vez de uma música sentida, estalou um rock bem animado. Como se tal incompatibilidade não fosse já por si catastrófica, e convencida de que tinha desligado o microfone, gritou «Triste. Mete uma música triste. Olha que o homem morreu».


From:   macasa_44@hotmail.com   (Jul 13, 2007 15:48 EDT)
From: macasa_44@hotmail.com (Nov 11, 2006 23:08 EST) Conheci o Radio Clube de Cabinda com outra cara. No meu tempo nao existiam aqueles gradeamentos. Tenho foto da inauguracao do edificio, onde se ve a minha filha Paula transportando a almofadinha com a tesoura para o corte simbolico da fita... Presente, o meu bom amigo Berenguel que, por grande coincidencia, tambem esta presente numa fotografia mesmo aqui ao meu lado, num quadro de parede, quando eu e ele apresentamos um espectaculo com trajos africanos. A inauguracao do RCC deve ter acontecido por volta de 68/70. Prometo procurar estas e outras fotos e mostra-las a todos vos. Para todos os Cabindas um grande abraco do Canada


From:   mefrias@netcabo.pt   (Jul 13, 2007 15:49 EDT)
From: mefrias@netcabo.pt (Nov 26, 2006 18:44 EST) Para além das conhecidas vozes da rádio já citadas, havia também a do inconfundível Cardoso Pinto, da Voz de Cabinda, ou não?


From:   helena.amaral@netcabo.pt   (Jan 18, 2008 09:13 EST)
Vou deixar aqui um pedido de ajuda para encontrar um senhor de nome RUI MENDO que me disseram viver actualmente em Cabinda. Uma amiga de infância de nome Maria Rosa Gonçalves Costa Pereira-Mirró- e o marido Carlos Alberto Costa Pereira, residentes em Setubal, têm um grande desejo de entrar em contacto com este senhor. Fica aqui o meu pedido de ajuda, caso o Sr Rui Mendo viva mesmo em Cabinda,me contacte para o mail acima indicado. Sou cunhada da Maria Rosa. Muito agradeço desde já.


From:   helena.amaral   (Sep 11, 2008 10:18 EDT)
Rui Mendo encontrado.


From:   carlos.neves@radioalgarve.com   (Dec 18, 2008 06:44 EST)
Só para recordar que o primeiro estúdio auto-operativo RCC foi projectado pelo meu pai Santos Neves, lembram-se dele? Eu era miúdo e foi no RCC que comecei na rádio.Carlos Neves


From:   fred_kada@hotmail.com   (Aug 01, 2011 11:53 EDT)
CONHECI MUITO BEM O SEU PAI, MAE E TIA EM CASA DA FAMILIA CHAVES. UM ABRAÇO.


From:   lausilcosta@hotmail.com   (Oct 04, 2011 18:03 EDT)
Carlos Neves. Conheci bem o teu pai, pois trabalhei com ele no Grémio das Madeiras. Ainda o encontrei algumas vezes no Porto, a seguir a 1975, pois moro em Gaia. Um abraço

[add comment]

First Photo Previous Photo 8 (of 14) Next Photo Last Photo
 Gallery: Galeria   Album: CENTROS URBANOS  Album: Cabinda  Album: Cidade de Cabinda - pós 75   
Powered by Gallery v1.3.2