Foto de José Francisco Tavares, enviada por Ivo Cardoso
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From: dkangu1951@hotmail.com
(Sep 17, 2007 18:08 EDT)
Vivi algum tempo e saí de lá em 1977; conheci bem este edifício que funcionava como a sede de Administração do Zombo.Nem consigo acreditar no que o retrato está a mostrar.Guerra!Que triste cenário.
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From: dkangu1951@hotmail.com
(Sep 17, 2007 18:36 EDT)
No meu comentário anterir afirmei tre deixado Maquela no ano de 1977;Equivoquei-me.Na realidade foi em 1967.
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From: dkangu1951@hotmail.com
(Sep 17, 2007 18:36 EDT)
No meu comentário anterir afirmei tre deixado Maquela no ano de 1977;Equivoquei-me.Na realidade foi em 1967.
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From: anaojoao@hotmail.com
(Aug 27, 2009 15:47 EDT)
Estive em Maquela do Zombo no passado dia 25/08/2009 e este edificio já está reabilitado tenho fotografias e posso enviar a que tiver interesse. Também gostava de satisfazer uma curiosidade. Como era o trajecto Maquela -- Uige (Carmona) nos anos 60?
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From: Célia Cunha
(Jan 11, 2010 16:20 EST)
Ana: de Maquela-Carmona, não sei. Mas sei que de Luanda a Carmona em 1958/9 0 meu pai fez várias viagens ao serviço do dono de uma roça que depois não lhe pagou os ordenados e cada viagem levava de 15 a 30 dias, conforme fosse no cacimbo ou na altura das chuvas; viajava com um grande caixote onde levava mantimentos para ele e para o ajudante e um fogareiro a carvão e uma máquina a petróleo e bebidas. Se chovia ficava parado e só podia andar depois da picada secar... se ficasse atascado tinha muitas dificuldades em sair dali e se o camião avariava, só pedidndo boleia a outro colega que eventualmente fizesse o mesmo caminho. É Ana: a vida foi muito difícil, tanto para negros como para brancos: era quase escravatura, para os grandes senhores das roças gozarem à fartazana por esta europa fora e construirem os arranha-céus em Lisboa. Passei fome em Angola!!!, será que as pessoas de agora têm alguma idéia?
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From: farense
(Apr 07, 2010 07:15 EDT)
A minha amiga Célia sempre por aqui, sim eu vou confirmar as suas palavras, pela Páscoa de 68 levei máis de 24h. a rebocar caminhões que estava atolados lá por essas bandas. Sobre os donos das fazendas isso é verdade, e eu vou comentar o que já fiz em outros comentários esses Sr. dos arranha ceus hoje voltaram a ser novamente os sócios de Angola.
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From: Célia Cunha
(Apr 07, 2010 12:28 EDT)
É amigo Farense: Angola é a nossa terra de coração e não tem, não teve culpa do que nós passámos por lá. Mas em Portugal tinha-se, tem-se a ideia de que todos os brancos viviam à custa dos prestos e não sabiam, não sabem que os explorados éramos todos, desde que tivessemos que trabalhar para sobreviver. Repito: passei fome em Luanda, mas não foi por ter pais preguiçosos, ladrões ou trafulhas: sempre foram muito trabalhadores e honestos, tiveram foi o azar de trabalhar para gente que não tinha escrúpulos em roubar o salário dos seus trabalhadores para andarem cá e lá e gozarem o esforço do trabalho dos outros. Andei sempre em escolas públicas e nunca em solteira frequentei um colégio, como muitos dos meninos que por aqui andam a julgarem-se mais espertos e mais instruídos que os outros, mas à custa de seus papás. Comecei a trabalhar fora de casa com 15 anos de idade para ajudar os meus pais e poder estudar à noite. Amo Angola e se pudesse voltava pois seria lá que a minha felicidade seria completa, mas é impossível. Estou velha, doente e desiludida com a vida: só a minha já pequena família e alguns (poucos amigos) me confortam e me mantêm viva.
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From: 205
(Jun 09, 2010 14:52 EDT)
Olá Célia, tambem estou por aqui.Parece que tenho razão com o comentário que fiz no Piri!
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From: Célia Cunha
(Jun 12, 2010 11:18 EDT)
Olá... não, não vou dirigir-me a um número, ainda que represente o número da sorte para quem assim se identifica: um nomezinho, por favor, verdadeiro ou pseudónimo!!!, as pessoas portadoras de números são memórias dolorosas (holocausto, presidiários, hospitalizados, eu sei lá?), não gosto de chamar alguém por um número, valeu? Mas muito obrigada pelos seus comentários, que não mereço, pois sou uma pessoa comum, com histórias de vida iguais às de outras pessoas que atravessaram as mesmas vicissitudes. Terei talvez o condão de saber utilizar as palavras certas para traduzir em palavras vivências, pensamentos, expectativas, sonhos... a língua Portuguesa diz-se que é muito traiçoeira, mas não, não é: a brejeirice das nossas gentes é que é muito fértil. E eu gosto muito de escrever,oh se gosto...
Tinha 13 anos quando um professor de português no liceu me disse que eu pintava com as palavras...
Deixe o seu contacto e logo verá até onde pode aguentar a sua pachorra para me aturar, éh, éh, éh...
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From: gabrielpembele2009@hotmail.com
(Jul 28, 2010 08:54 EDT)
Atras deste edificio viveu a familia Melo. lembro-me dos nomes das filhas como Arlete, Indina e Lurdes.Mais atras ficava a sanzala cipaio, do Senhor onde viveu a familia Nicolau, também funcionário da mesma instituiçao.
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From: andre-1970@hotmail.de
(Oct 15, 2010 15:18 EDT)
E mono oytuga kuna nataya muna yo nzila evioquela sou natural do Ntaya queria ter contacto com todos os jovens da minha era,1977 no Ntaya Sou SEBASTIAO DOS SANTOS Makunzi Andre Muana papa moni dungo dongoxe
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From: rs110581@gmail.com
(Oct 24, 2010 10:00 EDT)
GOSTARIA DE PEDIR QUE TROCASSEM ESTAS FOTOS DE MAQUELA DO ZOMBO, POIS ATUALMENTE ESTES EDIFICIOS JÁ FORAM REFORMADOS. ABRAÇOS A TODOS OS MAZOMBOS
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From: domijoao@hotmail.de
(Nov 08, 2010 03:37 EST)
chamo me Domingas nasci em 1966 no ntaya mas ainda bebe meus pais levaram me pra Luanda .Meus avos chamavam se binga e nkaku ,tenho boas recordacoes daquilo era muito lindo
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From: mbalagst@hotmail.com
(Apr 27, 2011 19:45 EDT)
Caros amigos, a minha emoção é tanta em que não posso dechar de comentar sobre este edifício onde por detras disto funcionou a os Serviços de Indentificação, isto estou falando depois da Independência onde pessoalmente tratei o meu primeiro Bilhete de Identidade em 1980 e 6 anos depois na minha presença este edifício foi destruido atraves de bombardeamentos do conflito armado... Que sabe de MAQUELA DO ZOMBO nunca esquecera deste Comissariado Municipal de M. do Zombo. Aproveito a oportunidade de corrigir um dos nossos amigos que disse na sua mensagem para se tirar estas fotografias, a opinião esta errada embora ser situação dolorosa ver isto mas faz parte da nossa historia e garanto ajudarmos a equipa SANZALANGOLA para obter fotografias recentes de M. do Zombo, por este edificio já foi reabilitada pelo Governo, eu pesssoalmente tenho esta fografia do mesmo edificio reabilitada... Um grande abraço a todos.
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From: O 22
(Aug 18, 2011 20:00 EDT)
CAMARADAS estas fotos so me fasem lembrar as filhas e a mulher do aministrador eram tão tão boas que eu passava as 2 horas de alerta a bater a minhas valentes Punhetas á pala delas agora vai se mijando pro chão ahahah o cacimbado 22 da ccs bart 2864
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From: adrien.de-vasconcelos@voila.fr
(Mar 03, 2012 13:37 EST)
olà cacimbado da ccs 2864,nao estou a ver quem tu es,pois eu tambem era da ccs radoitelegrafista,bati muitas P;;;MAS AINDA HOJE NAO MIJO SO PARA O CHAO!
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